PERFIL SOCIAL E POLÍTICO DAS LIDERANÇAS DE CEBs no Brasil

 Pedro A. Ribeiro de Oliveira*

 

As Comunidades Eclesiais de Base -CEBs- têm sido objeto de muitas pesquisas e debates no campo das Ciências Sociais, devido a seu caráter inovador, seja por seu impacto na estrutura clerical da Igreja Católica, seja por sua atuação social e política. Nascidas no clima de renovação do Concílio Vaticano II e da Conferência Episcopal de Medellín (1968), as CEBs representam uma ruptura na tradição católica latino-americana, na medida em que, ao invés do anticomunismo militante, assumem a defesa dos Direitos Humanos e isso as leva a posições sociais e políticas de “esquerda”. Esse movimento histórico, que une espiritualidade e militância política e social, tem sua elaboração teórica na Teologia da Libertação, que dialeticamente acompanha e conduz as CEBs e as Pastorais Populares, constituindo uma nova forma de ser Igreja1.

 

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